Perder dói! Começo o texto assim para ser enfático, a maioria de nossas dores se deve a fatos que não conseguimos concluir ou que perdemos por algum motivo. Podemos perder várias coisas, objetos, pessoas, oportunidades e sonhos. Quando algo se vai, é como se ele levasse um pouquinho da gente e deixasse um buraco vazio. Uma dor que demora a cicatrizar!
A perda assim como a conquista se deriva de um ciclo. Desejamos algo, por acreditar que aquilo nos trará felicidade ou prazer, investimos energia psíquica e física, conquistamos e as vezes à perdemos! E aí o que ocorre? Sofremos! Vivemos a dor da perda, retiramos a energia daquilo que conquistamos! A energia volta para nós mesmos, e depois construímos novos sonhos... Não, isso não acontece automaticamente, as dores da vida não tem prazo de validade, é tudo individualmente sentido. E também não existe botão de ligar a felicidade! Frustrações é vivida internamente e pessoalmente, cada sujeito tem o seu tempo, a sua história de vida e seus mecanismos para viver a superação!
Contudo existe um ciclo para tudo isso, e fecha-los, tanto o de perdas e frustrações se mostra ser importante para a saúde mental! Não podemos viver para sempre com um sofrimento por ter perdido um ente querido ou um grande amor... Enquanto estamos sofrendo a vida está continuando em nosso redor, e podemos buscar meios para continuar com ela, seja com investimento pessoal naquilo que gostamos (fazer um curso, ler, jogar conversa fora, ficar um tempo na internet, tomar aquele banho de banheira, sair para dançar e por aí vai!) ou com terapia se mostrar necessário faze-la.
Sim, temos que lembrar: A VIDA CONTINUA! CONTINUE COM ELA! Busque por novos sonhos e amores! Sem a sua credibilidade as questões mais importantes passam por despercebidas!

Tem coisas que nunca iremos superar, por que têm de estar ali, bem presentes, temos de vê-las sangrando, tem dor que nos fazem ficar de pé.
ResponderExcluirtem ciclos que não podem ser fechados, e que precisam de outros novos enlaces com novos momentos para se tornarem mais suportáveis, mas creio que há coisas que permanecem, não imutáveis, mas ali, presentes, sem serem encerradas.