Eu tenho uma insensatez tenaz, quem dera quimera pudesse esbravejar,
jogar, jorrar, urrar, amar... Quem dera, quem dera... Usar de ti, sua
vulgaridade, abarcar em mim, minha vulnerabilidade. Intensificar a loucura,
minha clausura, meu absorto pensamento envolto de uma tentativa sensata de não desvencilhar
a mente do coração, mas não, não é possível, é improvável tal ação, meu bom.
Bom. Bem. A quem quero enganar? Quem dera outrora pudera ganhar sem lutar... Se
tive a chance... Não a tenho mais. Insensato é fato, o ato de iludir em ti, em
mim, assim... Quem dera... Quem dera minha alma pudera ser livre em paz e em guerra...
Do Théo Borges que escreve com uma articulação fascinante!

Tiago! Obrigado ^^
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