terça-feira, dezembro 11

Carta aos que desacreditam no amor.

   
  Caro leitor queira jamais desacreditar sobre o amor, por mais que já tenhas vivido amores fugazes, limitados ou sem nenhum interesse empático envolvido, acredite ele ainda existe. O fato é que nascer já é pauta de amor, ser mãe ou pai é consequência de amor. O estar nesse mundo de amores desencontrados já é estar amando! Quando fica difícil e não percebe o que há de bom nessa selva de pedras, saiba que o encontro com os amigos já é amor, o encontro com a família já é amor, o encontro com um novo alguém já pode ser um novo amor. 
  Caro leitor não se dilua em seu pessimismo de não ter tampa para sua panela, as vezes a sua panela é singular, mas existem as tampas singulares, há o outro alguém em que podemos colocar nossas expectativas, e mesmo que a tampa venha a não ser tudo aquilo, ainda é amor!
  E quando achar alguém, quando a tampa servir, quando se ter consciência de que é amor, invista! Deseje! Ame! Mas ame, jamais utilize o amor no passado, o pretérito não traz, apenas dissolve, ensina, mas não traz! Ame e ponto!

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