De tanto me escorar naquilo que gostaria de ser
Previ o inatingível
Não, não sou!
Entre parênteses coloco a seguinte intersecção
(Contradições), vão falar
E de costume responderei
Eis aqui um ser único
Que esbarra em inconscientes desejos
Não crio uma realidade fictícia
Vivo com a crença daquilo que me provêm
Se me barra com sua coesão
Disfarço e nego
Não é sua condição que me amedronta
Apenas sua imposição a me enquadrar
Coloco assim um novo parêntese
Este enquadrando um cordial amigo
O que despe de minhas amarras
E amarra ao que me tange
O devir a ser (sendo)

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